A arte do trabalho em grupo

29/05/2016


Sócio fundador da Even, o mackenzista Luis Terepins fez parte da diretoria que sanou dívidas e problemas da Fundação Bienal.

Luis Terepins é um experiente e bem-sucedido empresário. Investidor e sócio de construtora (Even), já teve indústria (Têxtil Matec), shopping center (Pólo Moda) e, durante anos, prestou trabalho voluntário a crianças com deficiência (na AACD). Mas poucas coisas têm lhe intrigado tanto quanto o mundo das artes, área que vem observando com atenção redobrada há um ano, quando foi eleito presidente da Fundação Bienal de São Paulo.

"A chance de uma pessoa sobreviver com a própria arte é pior do que um venture capital. Essas pessoas são sensíveis, estão sempre procurando novas formas de linguagem. É emocionante."Além do contato com os curadores da 31ª Bienal, que ocorre entre 6 de setembro e 7 de dezembro, Terepins parte de dados e números para fazer seus diagnósticos. Realizado desde 1951, o evento já teve trabalhos de 1.680 artistas brasileiros.

"Quantos você acha que sobreviveram? Eles têm um sentido de vida absolutamente idealista."Se o pragmatismo pode soar um tanto frio, como o ar-condicionado ligado a todo vapor no escritório corporativo do empresário no Alto de Pinheiros em São Paulo, local desta entrevista, é necessário lembrar que foi a partir de uma administração mais profissional, menos personalista, que a Fundação Bienal começou, em 2009, a se reerguer de uma crise.Leia, a partir do link a seguir, a íntegra da matéria publicada pelo jornal